Será que ninguém trabalha no Brasil ?
0296 – 19/09/2022
Referências: Geografia Econômica da Saúde no Brasil e Jornada da Gestão em Saúde no Brasil
A verdadeira importância da Saúde na geração de empregos, tão desconhecida das “autoridades” !

(*) todos os gráficos e ilustrações são partes integrantes do Estudo Geografia Econômica da Saúde no Brasil e do material didático dos cursos da Jornada da Gestão em Saúde e da Escepti
Todos conhecem o “conto” da Cigarra e da Formiga, mas vou me permitir lembrar um “texto antigo” para ilustrar o contexto da discussão de como a área da saúde é importante na geração de empregos.
Se tiver tempo para ler vale a pena ... pelo menos para “amainar o pesado clima” que vivemos ... distrair um pouco ... é um texto que infelizmente desconheço a autoria ... de uma época em que estas coisas a gente lia em “copias xerox” que eram passadas de um para outro ... década de 70 ... era o recurso de compartilhamento que tínhamos para entretenimento ... bem diferente das rede sociais da Internet !
Era “mais ou menos” assim ... adaptando aos costumes atuais que são diferentes dos da época ...
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· Dormimos em média 8 horas por dia ... ou seja, dos 365 dias do ano, passamos ~122 dias dormindo ... sobram 243 “dias acordados” para trabalhar;
· Gastamos pelo menos meia hora para tomar o café da manhã, 2 horas para ir e voltar do trabalho, meia hora “tomando cafés” durante o expediente, 1 hora almoçando, 1 hora jantando, e meia hora com higiene e necessidades fisiológicas – 5 horas e meia ... ou seja ... ~84 dias se alimentando, se locomovendo e higienizando a parte interna e externa do corpo ... então dos 243 dias sobram na verdade 159 para trabalhar;
· Dos 7 dias da semana, trabalhamos normalmente 5 ... então passamos 104 dias de folga nos fins de semana ou seja ... dos 159 dias sobraram na verdade 55 dias para trabalhar;
· Tiramos 1 mês de férias anualmente ... 30 dias ... ou seja ... dos 55 sobram então 25 dias para trabalhar;
· Contando as “pontes” do carnaval, Semana Santa e Corpus Christi, temos 12 dias de feriados nacionais ... ou seja, dos 25 dias acabaram sobrando 13 ... isso sem contar, é claro, os lugares no Brasil onde, por exemplo, o Carnaval e as Festas Juninas duram 2 semanas inteiras ! ... e tem um montão desses lugares pelo Brasil, não é verdade ?
· Feriados estaduais e municipais (contando que a festa da Padroeira(o) da Cidade dure somente 1 dia) são em média 3 por ano ... ou seja ... sobraram 10 dias para trabalhar !
· É fato que as pessoas gastam pelo menos ~meia hora por dia em redes sociais tratando de “assuntos pessoais” e entretenimento – isso significa ~8 dias por ano ... ou seja, sobraram 2 dias;
· Juro que nos feriados nacionais não contei o Dia do Trabalho (pode verificar) ... e por ironia, no Dia do Trabalho não trabalhamos ... então na verdade trabalhamos 1 único dia por ano !
· E ODIAMOS os anos bissextos porque neste maldito ano tem um dia a mais ... trabalhamos 2 dias, ou seja, o dobro do que trabalhamos nos anos não bissextos !!
E tem gente que reclama que trabalha demais ... Deus do céu !!
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Na verdade a questão neste texto divertido é: está formulando o problema da forma correta ?

Pessoas da minha faixa etária tiveram uma adolescência completamente diferente da dos “teenages” contemporâneos:
· A maioria teve suas vidas neste período dividida entre o convívio com muitas pessoas pobres que moravam em comunidades (na época chamadas de malocas), que não eram tão miseráveis como as que conhecemos hoje, e raríssimas pessoas de classe alta, e raras pessoas de classe média;
· Na época quem não era pobre e não era rico era chamado de classe média (não se falava em classes A, B, C, D e E). Esta classe média eram os poucos que tinham “casa própria” e se tivesse “um bom emprego para toda a vida”, podiam se arriscar a fazer uma dívida para adquirir um carro popular ... ter um “Fusca” era o máximo ... TL, Corcel e Variant já era “querer demais” !
· Minha família era desta classe média ... mas se eu quisesse “jogar bola” mais de uma vez por semana “pra valer” – não nas chatas aulas de educação física da escola ... no clube não tinha gente suficiente nem para jogar na quadra – dos de classe média poucos tinham a sorte de serem “sócios de um clube” ... tinha que ser nos “terrões” ... próximos das comunidades ... o “jogo era pegado” ... ou “garrado” como se diz em Minas;
· Nesta “classe média” a gente tinha acesso a alguns pouquíssimos livros ... que eram caríssimos ... os ricos se vangloriavam de ter uma “Enciclopédia Barsa” ... os um pouco menos ricos uma “Enciclopédia Tesouro da Juventude” ... eram tão caros que trocar e emprestar livros era coisa também muito rara;
· Pessoas como eu se dividiam entre uma vida “meio maloqueira, meio CDF”.
Então tive a oportunidade de “embalar meu lado CDF” com a leitura de livros como o do Prof. Júlio César de Mello e Souza (Malba Tahan – dentre os vários livros dele, o livro “O homem que calculava”) (*):
· E aprender, com todos os problemas (atualmente chamados de “pegadinhas”) enunciados no livro que não existe problema matemático difícil ... existe problema mal definido ... mal especificado;
· É fato: se o problema está bem equacionado, ao ler o 3º parágrafo do problema acima voce já sabe que a solução está longe de apresentar algum resultado que seja compatível com a realidade;
· Eram apresentados nas escolas e no entretenimento que reinava na época “zilhões” de problemas mal definidos para a gente descobrir onde estava o erro da definição ... a falsa premissa ... quem é da época lembra: o caso do troco do garçom, o caso da população da Terra que deveria estar diminuindo e não aumentando ...
· Quem aproveitou o que tinha de bom nesta “linha pedagógica”, se é que podemos chamar assim, aprendeu que devemos empenhar o máximo de esforço na boa definição do problema se quisermos ter uma solução eficiente (rápida), efetiva e eficaz (verdadeira).
(*) Não leu o livro ... não se encantou com o conto das dançarinas de olhos azuis e de olhos castanhos ! ... com as 10 pessoas em 5 filas de 4 pessoas cada !! ... com a proposta dos “4 quatros” !!! ... olha: vale muito a pena ver como a geniosidade de um matemático pode ser divertida e desafiadora ao mesmo tempo !

Pois bem ... quando a gente vê os números divulgados sobre quem trabalha e quem não trabalha no Brasil se sente lendo o conto como o que está lá acima no texto ... em uma população de 210 milhões de pessoas:
· ~15 milhões de desempregados;
· ~5 milhões de desalentados (desempregados que já desistiram de procurar emprego);
· ~19 milhões de aposentados, só pelo INSS;
· ~1,5 milhão é a população carcerária;
· ~18 milhões de famílias recebem o Auxílio Brasil – considerando 2 pessoas por família (o que é muito pouco), são ~36 milhões de pessoas que, teoricamente, não trabalham e merecem o benefício social;
· ~22 % da população tem até 14 anos, e teoricamente não trabalha ... são ~46 milhões de pessoas;
· ~17 % da população tem entre 14 e 24 anos ... considerando que apenas metade destes jovens conseguem emprego, são ~18 milhões de pessoas;
· ~~16 % da população tem acima de 55 anos ... o que corresponde à ~34 milhões ... se temos 19 milhões de aposentados, temos ~15 milhões de idosos que não trabalham e não têm aposentadoria !
Nesta conta, temos ~156 milhões de pessoas que não trabalham:
· Ou seja, 54 milhões – apenas 26 % da população – trabalha para sustentar o resto;
· E “olha” que não consideramos nas contas dos desempregados os índios, os ribeirinhos ... todas as comunidades que não se enquadram nos “controles oficiais” ...
· ... não consideramos as pessoas que vivem na chamada “situação de rua”, e nem daria para considerar porque os números são estimativas pouco confiáveis, ou divulgadas por ONGs que supervalorizam, ou pelo governo que minimiza ... quem vive em grandes cidades sabe que “o buraco é fundo, mas não dá para medir”;
· ... não consideramos “os bandidos” ... sabemos do que estamos falando aqui ? ... quantas pessoas existem n Brasil que vivem do crime e não estão presos ?? ... não tenho a menor ideia ! ... será que alguém tem ideia de quantas pessoas vivem do roubo de celulares, carros, caminhões, comércios, caixas eletrônicos ... do estelionato pela Internet ... será que é possível estimar ??? ... mesmo correndo o risco de ser leviano na afirmação acredito que está “mais para milhão” do que “para milhares” !
Com todo o viés ... se considerarmos que “quem trabalha” é apenas quem sai em busca de um ganho financeiro externos ... que as pessoas que cuidam da casa não trabalham (o que é um absurdo) ... se esta é a premissa ... então o número de pessoas que trabalham no Brasil, segundo esta lógica, é de 54 milhões “para baixo”.
Impossível contabilizar com exatidão as intersecções entre os grupos acima:
· Para fugir do viés, vamos propor uma margem de segurança “absurda” de 40 % ... acho que assim evitamos “cair no conto” com muita segurança ... de forma bem prudente;
· Acho que qualquer pessoas vai concordar que não existe 40 % de intersecção entre os grupos ... acrescentar 40 % ao grupo de “trabalhadores formais e informais” é até exagero !!
· Então vamos considerar que o número dos considerados “trabalhadores formais e informais” pela nossa sociedade são ~75 milhões no Brasil !!!

Pois bem ... temos, somente no CNES, quase 5.100.000 empregos registrados na área da saúde:
· Somente médicos e enfermagem contabilizam mais de 3 milhões de empregos;
· Por conta da regulação, o maior índice de “não registro” no CNES é o de profissionais cuja profissão nem é da área da saúde ... por exemplo: administrativos, recepcionistas, engenheiros e técnicos, faturista, motorista ...
· Mesmo assim no CNES tem ~960.000 destes profissionais ... não dá para estimar quantos não estão registrados lá ... mas quem “milita” no segmento da saúde como eu há tanto tempo tem a certeza absoluta de que este número está “ridiculamente” proporcional aos números dos demais ... é certo que 960 mil é “merreca” ... mas não dá para estimar quantos são ... infelizmente ... por conta da regulação frágil “no que tange” a estes registros !
E isso é somente a contabilização do que está no CNES ... vamos lembrar ... no CNES estão obrigados a registrar estas informações apenas os serviços de saúde:
· Não estão aí os profissionais que atuam nas operadoras de planos de saúde ... os que atuam nos serviços de saúde das operadoras estão ... mas a infinidade de pessoas que atuam na gestão dos planos (comercialização, controle financeiro, regulação ...) ... estes não estão ... e são dezenas de milhares se considerar que temos, entre operadoras de planos de saúde e de odontologia, cerca de 1.000. Nesta linha, também não estão os corretores que vendem planos de saúde ... uma “enormidade de gente”;
· Não estão aí uma grande parcela, senão a maior, dos profissionais que trabalham em serviços de saúde que não atendem nem SUS nem operadoras de planos de saúde (somente particulares) e pela ausência de regulação adequada na prática não se obrigam a manter o CNES atualizado;
· Não estão aí os profissionais que atuam nas empresas que terceirizam serviços na área da saúde: lavanderia, segurança, nutrição, manutenção ... e certamente 100 % dos serviços de saúde terceirizam alguma coisa ... como temos mais de 500 mil serviços de saúde dá para ter uma boa noção de que este número de profissionais é “na casa dos milhões e não das merrecas”;
· Não estão aí os profissionais que atuam na indústria específica da área da saúde: farmacêuticas, de materiais hospitalares, de equipamentos médicos e odontológicos ... de uma infinidade de insumos utilizados na área da saúde;
· Não estão aí os profissionais que atuam nas secretarias de saúde ... somente as municipais são ~5.400 ... sem contar as estaduais, as diretorias regionais, as repartições reguladoras ...
· A lista continua, mas podemos parar por aqui para concluir o raciocínio !
Não é nenhum pouco errado afirmar que para cada 1 profissional registrado no CNES (que trabalha em serviço de saúde) tem pelo menos mais 3 que trabalham na área da saúde em empresas que não se obrigam a registrar no CNES;
· Tenho certeza absoluta de que qualquer pessoa que trabalha na área de gestão da saúde e conhece minimamente do que estamos tratando não vai contestar isso !
· Na verdade se contestar, vai querer subir a proporção “de 3 para mais” !!

Voce pode “evocar o espírito” do Prof. Júlio César de Mello e Souza para verificar se existe “um pingo de trapaça” nos cálculos se quiser:
· Mesmo que errados os cálculos estiverem, será um erro insignificante em relação à proposta da discussão deste texto ... e consertar o erro significaria certamente aumentar os “28,95 %”;
· Se chamamos de trabalhadores somente aqueles cujo trabalho é remunerado ...
· ... se desprezamos o trabalho árduo daqueles que não conseguem obter remuneração pelo seu trabalho ... os que cuidam da casa e das crianças enquanto o parceiro vai buscar o salário fora, por exemplo ...
· ... se desprezarmos a imensa legião de voluntários que temos na área da saúde, que não recebem pelo seu trabalho de prestar assistência à saúde física e mental (ex: CVV) ...
· ... então na área da saúde temos ~ 29 % do total de empregos no Brasil !
Podemos dizer, sob este ponto de vista de emprego, que a cada 3 pessoas que trabalham no Brasil, 1 trabalha na área da saúde:
· Mesmo se fosse 1 a cada 4 ... mesmo se fosse 1 a cada 5 ... seria igualmente muito muito muito representativo ?
· Não é possível deixar de “pensar” o segmento da saúde como um dos principais da economia ... isso é assim em todo o mundo ... onde existe um único km² no mundo que não esteja pelo menos “no radar” de um serviço de resgate público ou privado, seja em área seca ou molhada ?
· Nos países mais ricos ... pode verificar ... saúde é um segmento econômico dos mais importantes para que o país se tornasse rico ... basta ver as maiores empresas de saúde do mundo e associar o “país mantenedor” ... e infelizmente não encontrar o Brasil nesta seleta lista “dá um certo desânimo” !!
Com todos os exageros que consideramos para calcular as proporções de modo a minimizar como saúde é importante na geração de empregos, ela (a saúde) é indiscutivelmente importante:
· Dentre os segmentos de mercado que mais geram empregos (alimentação, transporte, educação, segurança e saúde), me permito dizer que saúde é a mais significativa;
· Porque o salário médio de quem trabalha na saúde é maior ... tem muito mais profissões especializadas ... regulamentadas;
· Até nas profissões comuns na saúde e em outros segmentos, saúde paga mais;
· É só aferir quanto ganha um faxineiro que trabalha em qualquer outro segmento de mercado, com o que ganha um faxineiro que trabalha em hospital ... nem precisa comparar com o que trabalha em uma UTI, por exemplo ... pode comparar na média;
· Faça isso com copeiros, faturistas, costureiros, agentes de lavanderia ...
· Porque na saúde não dá para ter qualidade na higiene, por exemplo, importantíssima para a saúde ... muito diferente da higiene que se faz em outros tipos de ambiente ... pagando a mesma coisa que se paga para um faxineiro que “o mercado paga” ... como o ambiente da saúde, especialmente o hospitalar, impõe muito mais pressão a este tipo de colaborador, se pagar a mesma coisa ele vai para um lugar onde “a emoção é menor” para trabalhar !
A pergunta que fica não é “quanto” isso ou “quanto” aquilo ... mas “quando” ... as perguntas que ficam é “quandos” ...
· Quando será que o governo (federal, estaduais, distrital e municipais) vai deixar de entender a área da saúde como despesa ... como obrigação ... e passar a entender a área da saúde como fonte de riqueza econômica ?
· Quando será que o Brasil ... com o potencial que tem ... com o “capital humano” que já possui ... com as instalações que já possui ... com o parque tecnológico que já possui ... vai priorizar a área da saúde como produto de exportação ... e não depender da iniciativa de alguns poucos visionários que insistem em “lutar contra o establishment” para desenvolver uma quantidade ridícula de pesquisas de desenvolvimento ... para que economia da saúde seja política de governo ?
· Quando será que vai aparecer algum governante que enxergue o que a área da saúde gera de emprego ... e passe a fomentar o crescimento do segmento da mesma forma que fomenta a indústria, o agronegócio, a construção civil ?
Quando a assunto é economia, quem merece mais atenção do governo: Agronegócio ou Saúde ... Indústria ou Saúde ? ... quem gera mais empregos afinal ?
Será que quando o governo contabiliza quantos empregos existem na saúde faz as contas da mesma forma que ilustra o primeiro conto lá em cima ?
No conto da cigarra e da formiga eu tenho certeza de que tipo de empregado simboliza a figura que carrega a folha de tamanho e peso maior que o seu próprio corpo ... a maioria absoluta deles ou “veste branco”, ou trabalha 100 % do tempo para que “alguém de branco” consiga fazer o seu trabalho ... trabalho de cuidar da saúde de alguém !!
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Sobre o autor Enio Jorge Salu
Histórico Acadêmico
· Formado em Tecnologia da Informação pela UNESP – Universidade do Estado de São Paulo
· Pós-graduação em Administração de Serviços de Saúde pela USP – Universidade de São Paulo
· Especializações em Administração Hospitalar, Epidemiologia Hospitalar e Economia e Custos em Saúde pela FGV – Fundação Getúlio Vargas
· Professor em Turmas de Pós-graduação na Faculdade Albert Einstein, Fundação Getúlio Vargas, FIA/USP, FUNDACE-FUNPEC/USP, Centro Universitário São Camilo, SENAC, CEEN/PUC-GO e Impacta
· Coordenador Adjunto do Curso de Pós-graduação em Administração Hospitalar da Fundação Unimed
Histórico Profissional
· CEO da Escepti Consultoria e Treinamento
· Pesquisador Associado e Membro do Comitê Assessor do GVSaúde – Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde da EAESP da Fundação Getúlio Vargas
· Membro Efetivo da Federação Brasileira de Administradores Hospitalares
· CIO do Hospital Sírio Libanês, Diretor Comercial e de Saúde Suplementar do InCor/Fundação Zerbini, e Superintendente da Furukawa
· Diretor no Conselho de Administração da ASSESPRO-SP – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
· Membro do Comitê Assessor do CATI (Congresso Anual de Tecnologia da Informação) do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Fundação Getúlio Vargas
· Associado NCMA – National Contract Management Association
· Associado SBIS – Sociedade Brasileira de Informática em Saúde
· Autor de 12 livros sendo 3 pela Editora Manole, Editora Atheneu / FGV e demais em edições próprias para download gratuito nas páginas dos modelos
· Gerente de mais de 200 projetos em operadoras de planos de saúde, hospitais, clínicas, centros de diagnósticos, secretarias de saúde e empresas fornecedoras de produtos e serviços para a área da saúde e outros segmentos de mercado