Melhores Secretarias de Saúde do Brasil
0499 – 17/09/2026
Ref.: Consultoria Especializada, Cursos Profissionalizantes em Gestão da Saúde, e Geografia Econômica da Saúde no Brasil
Secretarias que conseguem captar mais repasses para a alta e média complexidades no SUS
(*) todos os gráficos e ilustrações são partes integrantes do Estudo Geografia Econômica da Saúde no Brasil e do material didático do Programa Cursos Profissionalizantes em Gestão da Saúde, e das consultorias da Escepti
É necessário iniciar pedindo para que pessoas com tendência ideológica, radicais de esquerda e de direita na política ... por favor: não percam seu tempo lendo o texto – é um texto técnico. Vamos aqui, sem ter isso como intenção, acabar criticando e elogiando subliminarmente governos de direita, esquerda, centro esquerda, centro direita ... isso posto ...
Existem inúmeras formas de avaliar a gestão das Secretarias de Saúde:
· Todas que conheço permitem verificar uma das inúmeras dimensões que a gestão da saúde exige do administrador público que “tem a coragem” de assumir a mais complexa área econômica que existe: a da saúde;
· Uma das maneiras de classificar a gestão das secretarias de saúde é avaliar o empenho per capita na alta e média complexidades que a secretaria consegue dispor para a população que assiste.
Este gráfico de calor demonstra as secretarias municipais de saúde que mais “distribuíram” recursos per capita, relacionados aos procedimentos de média e alta complexidades:
· Quanto mais vermelho, maior o valor “por habitante dependente SUS” que foi empenhado pelo SUS para procedimentos de média e alta complexidade proporcionalmente à população que existe;
· O cálculo “por habitante dependente SUS” é feito subtraindo da população do município o número de pessoas que têm plano de saúde de assistência médica, e que utilizam quase nada do SUS quando necessitam de procedimentos de maior complexidade. Assim dividimos os recursos financeiros pela quantidade de pessoas que dependem quase que exclusivamente do SUS quando necessitam de procedimentos mais caros;
· O gráfico demonstra esse indicador por município, e dá para ver claramente que existem regiões onde a gestão tem maior capacitação para buscar esses recursos e realizar os procedimentos, entregando mais acesso para a população;
· É fácil notar que o repasse per capita não é maior dependendo da população da cidade;
· Essa “capacidade de captar recursos” é assim declarada porque o dinheiro do SUS “não cai das árvores” ... é necessário esforço para captar esse recurso;
· No gráfico existem cidades com população “gigantemente” maiores que outras, mas a distribuição das que captam mais recursos e empenham proporcionalmente para realização dos procedimentos pelo SUS não seguem a mesma regra;
· A gestão das secretarias de saúde desses municípios “mais vermelhinhos”, na média, é melhor capacitada para captar os recursos para realização desses procedimentos.
Importante: só estão representados no gráfico os municípios que atendem critérios de seleção para elaboração de um ranking, e esses critérios estão descritos um pouco mais abaixo no texto.
O SUS, na essência, no âmbito federal distribui os recursos per capita:
· Mas o SUS não distribui recursos se não existir uma produção correspondente;
· Ou seja, não basta a proporcionalidade populacional para que o repasse dos recursos ocorra ... há que existir uma produção, ou seja, a formalização da realização dos procedimentos, para que o repasse ocorra.
Então, explicando este critério específico de avaliação das secretarias de saúde ... lembrando que é um dos critérios, e não o único ... não é o critério mais ou menos importante ... é um dos critérios de avaliação da gestão:
· A média e alta complexidades têm repasses do governo federal;
· O governo federal repassa dentro de parâmetros de proporcionalidade da população dos Municípios e, naturalmente, das Unidades Federativas que esses municípios se vinculam;
· Mas o repasse é feito com base nos procedimentos realizados ... o dinheiro não vem se não existirem procedimentos.
Bem ... todos sabemos que o SUS tem filas ... acho que não é necessário estressar a explicação disso, não é verdade ?
E sabemos que essas filas existem porque não existe dinheiro suficiente para realizar todos os procedimentos que a população demanda ... acho que não é necessário lembrar, embora já lembrando, que se existisse dinheiro de sobra para a saúde, por menor que fosse a competência dos gestores, não haveria filas !
Então, se um município consegue empenho de recursos maior que os outros pode significar:
· Que ele teve uma frequência de doenças maior que os outros no período de apuração ... pode ser sim;
· Que a população da sua cidade tem propensão a maior realização de procedimentos, por faixa etária, ou condições específicas da geografia econômica da saúde na região ... pode ser sim;
· Ou que ele, o município ou a Unidade Federativa, não demonstraram adequadamente a produção que ocorreu, e portanto não receberam repasse proporcional à produção.
As duas primeiras causas influenciam o cálculo per capita quando analisamos individualmente em curto período de tempo, e em pequenas amostras populacionais, mas em grandes períodos de tempo, como um ano, e grandes massas populacionais não afeta tanto, porque são diluídos.
Existem esses vieses sim, mas como média geral não são significativos.
Já a terceira causa da lista é basicamente devida a ineficiência que o Município e/ou o Estado tem em demonstrar sua produção, ou seja, em prestar contas adequadamente daquilo que fez:
· Se ele demonstra mal a sua produção, se não tem qualidade e eficiência nisso, o repasse é menor, reduzindo a proporcionalidade em relação a população que assiste;
· Se ele demonstra bem a sua produção, acontece o contrário ... figura com repasse proporcionalmente mais equivalente ao custo que teve para tratar a população, evidentemente maior do que os municípios que não têm essa capacitação, e as variações entre elas geram a figura como ela é !
Infelizmente temos mais municípios mal preparados para demonstrar sua produção do que se possa imaginar, e só Deus sabe o quanto já me deparei profissionalmente com essa ineficiência !
Vale a pena falar sobre ela antes de explorar os rankings das melhores secretarias de saúde.

Vamos começar com o gráfico que demonstra a evolução do ticket médio das internações no SUS ao longo do tempo:
· É o valor médio pago pelo SUS por uma internação ... não o valor médio pago por paciente ... mas por internação;
· Percebemos que ele cresce ano a ano, apesar da tabela de preços do SUS estar congelada “desde a época que o homem deu a primeira pegada na Lua”;
· Tem secretário de saúde que “joga” a ineficiência em captar recursos no fato da tabela ser congelada;
· Ou é desconhecimento da dinâmica do repasse, que acontece, ou é bravata, para fugir da responsabilidade de não estar com a gestão adequadamente capacitada para captar o máximo que a regra de repasse permite.
Se todo o mal do repasse do SUS fosse o congelamento da tabela, na verdade não teríamos mais o SUS há décadas ... o SUS já não existiria há muito tempo:
· Quem é do ramo sabe que a Tabela SIGTAP é uma referência, e não define o preço definitivo que é pago ... não define o quanto um serviço de saúde recebe pelos procedimentos;
· Conheço dezenas de serviços de saúde que têm a FPO (a base de repasse) baseada em 2, 3, 4, 5, 6 vezes o valor da Tabela SIGTAP ... o múltiplo é definido na negociação orçamentária de modo a viabilizar a prestação do serviço para o SUS !
· A maioria dos serviços é assim remunerada por múltiplos;
· E existem situações em que este múltiplo na verdade é uma fração, ou seja, preço até menor que a tabela, dependendo do contexto;
· Por isso dizemos que SIGTAP é uma tabela de preços de referência, mas não define exatamente o preço, como acontece na saúde suplementar com CMED Anvisa (Brasindice), SIMPRO e CBHPM ... a mesma coisa !
Quando, por exemplo, um candidato diz que vai acabar a fila do SUS aumentando a tabela SIGTAP geralmente nem sabe direito do que está falando, mas fala porque “aparece bem na fita”, se é que me entende!
Vale notar que os anos da pandemia apresentam tickets médios maiores que os demais:
· Especialmente 2021, “o olho do furacão da pandemia”, explodiu o ticket médio das internações;
· Nunca se gastou tanto per capita com internações no Brasil;
· Mas isso não quer dizer que o SUS gastou mais em 2021 do que nos outros anos;
· Esse aumento do ticket médio das internações, que foi natural porque os pacientes passaram muito mais tempo em UTIs, e o repasse da diária de UTI é “um dinheirão”, foi compensado pela baixa do ticket médio per capita na baixa complexidade que reduziu drasticamente porque ninguém sai de cada para consultas, exames de rotina ...
· Na verdade, no geral, o SUS acabou gastando menos proporcionalmente nos anos da pandemia quando somamos tudo que ele gastou: internações e outros tipos de atendimentos. Tal qual as operadoras de planos de saúde, a pandemia foi “um refresco” para o SUS !
Notar principalmente que o ticket médio sempre aumentou mesmo nos anos que não tiveram nada a ver com pandemia ... se a tabela de preços é a mesma, como pode o ticket médio aumentar ?
Aí é que entra a eficiência da secretaria de saúde:
· Não somente na questão do ajuste do múltiplo da Tabela SIGTAP ao serviço, porque esse múltiplo pode ser complemento do município e/ou da Unidade Federativa (Estado, DF);
· Mas muito pela forma como as contas apresentadas para repasse são compostas.
Sim, se o faturamento das contas é ruim, o repasse é menor !
· E tem muito gestor orçamentário de hospital, de secretaria de saúde, de consórcio intermunicipal ... que não dá a menor importância para isso;
· Que olham a quantidade produzida e não o valor que as contas podem atingir quando são melhores faturadas;
· Acham que como a verba é fixa, não precisam se preocupar em faturar bem as contas, e que a área de faturamento está adequadamente capacitada para faturar porque as regras não mudam ... tudo errado !!!
Perdi a conta dos projetos em que participei e constatei faturamento (produção entregue) completamente incompatível com a produção realizada:
· Se o faturamento é ruim no serviço o repasse ao serviço acaba sendo lá no final menor, porque a FPO não é reajustada de acordo com a variação da produção;
· Serviço de saúde e secretarias ficam sem argumento para pleitear o ajuste adequado dos repasses ... quando o faturamento é muito ruim, ficam até “de saia justa” porque o órgão gestor quer reduzir o repasse;
· Faturamento ruim ... repasse que a secretaria de saúde recebe do governo federal é menor ... tão simples quanto isso.
Cheguei a ouvir de alguns secretários de saúde que tive a oportunidade de interagir profissionalmente: “isso é problema do serviço” !
· Realmente o erro é do serviço ... é lá na ponta, na formação das AIHs que se origina o erro;
· Mas o problema é tanto do serviço como dele, porque a perda de repasse é dos dois !!!
A secretaria de saúde, nesse aspecto, é melhor quanto maior é o recurso per capita que consegue captar:
· Acredito que nesse ponto isso fica bem claro;
· Quanto menor o repasse per capita, menor a capacitação e o empenho a secretaria em prover processos e estruturas que melhor representem a produção real que foi entregue ao SUS !

Este é o ranking das melhores secretarias municipais de saúde quando analisadas sob esse aspecto ... as que têm o maior ticket médio per capita de internação.
É importante citar que para construir o ranking foram aplicados alguns critérios ... muito importante citar cada um deles.
Estão no ranking apenas secretarias de saúde de municípios com mais de 50 mil habitantes:
· Em municípios menores, um único evento adverso pode elevar muito o ticket médio das internações;
· Como citado acima, os eventos adversos são diluídos em maiores amostras de população;
· Não faria sentido comparar o ticket médio de um município de 1.000 habitantes com um de 80.000 habitantes, e um de 100.000 habitantes;
· Imagine que nesses 3 municípios existisse um paciente que tivesse feito um transplante de fígado intervivos ...
· ... o impacto do custo desse tratamento no município de 1.000 habitantes seria “abissal” quando comparado com os outros dois, mas entre o município de 80.000 e 100.000 habitantes o impacto não seria tão significativo !
E pela mesma razão, para retirar os “outliers” da lista evitando comparações injustas:
· O ranking considera apenas municípios que têm o Ticket Médio de internação dentro da faixa “80/20 de Pareto”, desprezando assim municípios com ticket médio superiores a R$ 700;
· E o ranking considera apenas municípios que tiveram mais de 1.000 internações no ano.
Notar que no ranking predominam Municípios das Regiões Sul e Sudeste, embora existam alguns de outras Regiões:
· Na prática tive a oportunidade de notar isso profissionalmente;
· Minhas consultorias em ciclo da receita e de custos no SUS foram muito mais demandadas nessas regiões: em um COSEMS da Região Sul, em secretarias de saúde da Região Sudeste e em hospitais das regiões Sul e Sudeste;
· Nota-se um grande interesse em desenvolver os processos de faturamento para melhorar os repasses nessas regiões ... interesse maior que nas demais.

A análise das Secretarias de Estado, com a mesma premissa, gera um mapa de calor que demonstra o protagonismo das regiões Sul e Sudeste com uma “sombra” em algumas UFs da Região Nordeste.
Tive um projeto na região Nordeste que iniciou e não se desenvolveu como poderia / deveria:
· O projeto foi muito bem definido;
· Treinamos dezenas de gestores de todos os serviços mais críticos do Estado;
· Trouxemos todos para a Capital e mostramos o que deveria ser feito, e como deveria ser feito;
· Infelizmente foi interrompido na troca de gestão após uma eleição ... saiu a turma da zona norte e entrou a turma da zona sul e naturalmente a nova gestão estancou os projetos da anterior ... coisa bem comum de acontecer, não é verdade ?
· E infelizmente o Estado não se desenvolveu para estar fazendo parte da sombra que aparece no gráfico.
Em um outro projeto no Nordeste treinamos CACONs e UNACONs para faturarem melhor suas APACs de Oncologia:
· Justamente nas UFs em que o treinamento foi mais intenso, a sombra delas no mapa é um pouco mais escura;
· Não tem muito segredo no contexto: se não demonstra adequadamente a produção, o repasse é menor !
· Se a estrutura está melhor capacitada, melhor e a apresentação da produção para o correspondente repasse !!
Participei na Região Norte de um projeto que desde o início tinha a percepção que não daria retorno ... e não deu mesmo:
· Tinha sido demandado não pela Secretaria de Saúde, mas pela Secretaria de Planejamento;
· Em todas as reuniões ficava a impressão de que parecia que eu estava ali fazendo auditoria ... não conseguia mapear informações para identificar adequadamente gaps e propor ações de melhoria ... os envolvidos tiveram como mantra esconder os erros para que não “aparecessem” para a Secretaria de Planejamento;
· Foi “entediante” participar sabendo que não daria em nada porque a Secretaria de Saúde não estava interessada ... não entendia como o projeto ia beneficiar a ela, e ainda achava que se os serviços faturassem melhor era teria que empenhar mais recursos para pagar por eles !!!!!!!
· A Secretaria de Saúde não deu importância em obter mais recursos para ela ! ... parece inacreditável, mas assim é a vida de consultor !!
Infelizmente esta UF não está “nem um pouco bronzeadinha” no gráfico:
· E é uma pena, porque no início do projeto tive sinalização de alguns “gaps” que melhorariam significativamente o repasse;
· Como era muito evidente, com pouco esforço o resultado teria sido fantástico ... realmente uma pena !

E o ranking das Unidades Federativas espelha essa dinâmica dos municípios da Região Sul protagonizarem o anterior:
· Os dois primeiros classificados têm um ticket médio muito superior aos demais;
· Lembrar que com uma tabela congelada, qualquer 5 % é uma grande diferença ... e a distância entre os primeiras e as últimas do ranking, vamos combinar que é muito maior que 5 % não é mesmo ?
Vale comentar que o DF que está muito bem-posicionado no ranking é um caso muito atípico:
· É ao mesmo tempo uma UF e um Município;
· Tem um território de tamanho “ínfimo” quando comparado com os demais e a gestão, naturalmente, é muito mais simples ... se tem uma coisa que dá complexidade na gestão da saúde, vamos combinar que é o tamanho da área territorial que a gente tem que cobrir;
· E, é claro, existe uma proximidade institucional “íntima” com o Ministério da Saúde, que é a instância que faz os repasses no âmbito federal, e fica geograficamente dentro do seu território.
Por experiência, afirmo que todas as secretarias poderiam estar com o ticket médio per capita muito próximos uma das outras ... muito próximo aos das oito primeiras do ranking ... se investissem um pouco mais na capacitação e ajustes em processos relacionados aos repasses.
Posso afirmar também que o investimento nisso é menor do que o aumento de repasses que elas proporcionalmente teriam.
E, é claro, entendo e percebi “na carne” que tudo isso depende muito do cenário político delas ... infelizmente !
Necessitando informações ou estudos macroeconômicos sobre o mercado da saúde suplementar consulte a página Geografia Econômica da Saúde no Brasil www.gesb.net.br , ou contato@escepti.com.br
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Necessitando de assessoria especializada em
· Gestão das FPOs, do Faturamento e Auditoria de Contas no SUS, incluindo desenvolvimento de kits de faturamento, checklists, e benchmarkings, consulte a página www.escepti.com.br/Ass/FSU , ou contato@escepti.com.br
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Sobre o autor Enio Jorge Salu
CEO da Escepti Consultoria e Treinamento
Histórico Acadêmico
· Formado em Tecnologia da Informação pela UNESP – Universidade do Estado de São Paulo
· Pós-graduação em Administração de Serviços de Saúde pela USP – Universidade de São Paulo
· Especializações em Administração Hospitalar, Epidemiologia Hospitalar e Economia e Custos em Saúde pela FGV – Fundação Getúlio Vargas
· Professor em Turmas de Pós-graduação na Faculdade Albert Einstein, Fundação Getúlio Vargas, HCX da Faculdade de Medicina da USP, FIA/USP, FUNDACE-FUNPEC/USP, Centro Universitário São Camilo, SENAC, CEEN/PUC-GO e Impacta
Histórico Profissional
· CIO do Hospital Sírio Libanês, Diretor Comercial e de Saúde Suplementar do InCor / Fundação Zerbini, Gestor da Saúde Suplementar da Fundação Faculdade de Medicina / Complexo HCFMUSP, e Superintendente da Furukawa Industrial
· Pesquisador Associado e Membro do Comitê Assessor do GVSaúde – Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde da EAESP da Fundação Getúlio Vargas
· Membro Efetivo da Federação Brasileira de Administradores Hospitalares
· Diretor no Conselho de Administração da ASSESPRO-SP – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
· Membro do Comitê Assessor do CATI (Congresso Anual de Tecnologia da Informação) do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Fundação Getúlio Vargas
· Associado NCMA – National Contract Management Association
· Associado SBIS – Sociedade Brasileira de Informática em Saúde
· Autor dos livros Administração Hospitalar no Brasil – Editora Manole, Gestão Comercial Hospitalar – Editora Atheneu / FGV, Gestão do Faturamento e Auditoria de Contas Hospitalares – Editora Atheneu / Fundação Getúlio Vargas, e mais 9 livros de gestão em saúde de edição própria disponíveis para download em páginas da Internet
· Gerente de mais de 200 projetos em operadoras de planos de saúde, hospitais, clínicas, centros de diagnósticos, secretarias de saúde e empresas fornecedoras de produtos e serviços para a área da saúde e outros segmentos de mercado